Pela esquerda ou pela direita há medo sobre o rumo do Brasil.

O brasileiro é visto como festivo, alto astral e positivo.
Ao mesmo tempo, como inferior, retrógrado e imbecil.
Esses últimos talvez sejam por causa daqueles que nos representam mundo a fora; vemos tanta imbecilidade no conservadorismo dos nossos políticos, que além de hipócrita causa estranheza e vergonha em muitas situações.
Do "Eu não te estupro porque você é feia" ao "É só uma gripezinha", ambos ditos em rede nacional, fica claro que talvez o brasileiro sinta-se imbecil e por esse motivo essa política nos represente.
Entendendo esse cenário vemos algo crescer, sutil mas constantemente que é o medo.
Medo de não conseguir pagar as próprias contas; medo de ir ao mercado e descobrir que houve um novo aumento; medo de ser diferente e sair às ruas; medo de que não haja mais um Brasil amanhã, pelo menos não com toda a liberdade que até então estávamos acostumados.
Não há uma saída para lidar com esse medo.
A ansiedade pelo desconhecido que cada notícia nova nos traz não tem com ser pausado, mas podemos utilizar algo que nossos antepassados usaram com louvor: o poder da militância.
A união faz a força e esse poder é um dos exemplos históricos. Ninguém pode contra o povo e esse sentimento é real e pode ser sentido por todo brasileiro.
Se está descontente com algo, procure alguém que também esteja e compartilhe desse sentimento com o máximo de pessoas e grupos.
O sentimento de medo e ansiedade serão substituídos por outros como a esperança, fé no amanhã, alívio e pertencimento.
Fica uma pergunta que é difícil comentar e responder: O que fazer com as pessoas que se dizem indiferentes?
Sinceramente, não há uma resposta pronta. Talvez essas estejam em negação possivelmente.
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