Encarar a verdade, com força por dentro e limites bem definidos.

Se você não se fortalecer por dentro, acredite, qualquer coisa pelo seu caminho vai abalar a sua estrutura. Não permita, busque a sua força. A sua força deve estar na certeza de quem você é, nos seus valores e nos seus princípios. Se você reconhece a sua força, nada te derruba. Se você não deixar os seus limites bem claros, qualquer um pode chegar e ultrapassar. Não deixe que bondade se confunda com desrespeito. Quando você não impõe um limite claro, as pessoas não vão respeitar a sua vontade. É nesse momento que o respeito se torna fundamental. Se você não busca conhecer a si mesmo, você segue a cabeça dos outros sem nem perceber. E no final, ainda vai reclamar da vida. O ponto é chamar a responsabilidade para si mesmo, é aceitar que se você não sabe quem é, qualquer caminho serve e qualquer destino também. Se você finge que o problema não existe, você cria dois problemas. Você aumenta o problema. Veja que a solução é parar de ignorar os fatos. Quando a rea...


Fingir que nada aconteceu ou superar assumindo a responsabilidade.


Fingir que nada aconteceu na esperança de acreditar que nada realmente aconteceu.
Por mais difícil que seja você precisa abrir os olhos e ouvidos para encarar a realidade de frente, do contrário ela vai derrubar você. É uma péssima escolha fingir, a consequência será mais tempo sofrendo, errando e pagando consequências ruins várias vezes seguidas até o limite do trauma.

Qualquer pessoa é culpada por tudo, exceto você mesmo. Depois do baque inicial, você pode encontrar muitos culpados, mas também precisa aceitar a sua parcela de culpa. Verdades como: as pessoas te tratam como você permite e a escolha/consequência são suas, precisam ser lembradas e aceitas antes que você entre no papel de vítima da vida para sempre.


Medo de que os outros te julguem pelo acontecimento. É normal se preocupar com a opinião dos pais, irmãos, amigos, chefes, professores, por exemplo, mas fingir que nada aconteceu ou que está tudo bem só para impressionar as pessoas não é certo. Você vai entrar num papel que não está pronto para interpretar e quando a máscara cair, será difícil lidar com as consequências.

Lutando, evitando e fugindo da tristeza por medo de aceitar a realidade. O seu corpo é uma máquina e nele está programada a função “tristeza”, ou seja, a tristeza possui objetivos no seu corpo e a principal deles é justamente a superação. Parece meio óbvio, mas você precisa ficar triste para superar: chorar, se isolar, digerir tudo o que aconteceu até sentir-se bem de verdade.


Repetindo as mesmas escolhas, atitudes e pessoas sem perceber. Freud e a psicanálise desenharam bem esse processo, quando você não supera, você repete o ciclo até aprender e superar de verdade. O mais perigoso e difícil disso é muitas vezes sozinho você não perceber que está fazendo as mesmas escolhas, tomando as mesmas atitudes e escolhendo o mesmo tipo de pessoa.

Medo de abandonar o passado, recomeçar do zero e sair da zona de conforto. A grande virada da superação é o momento chave em que você aceita que precisa sair do lugar e abandonar tudo de uma vez. Você pode levar algum tempo para alcançar esse momento, mas lembre-se da zona de conforto: o caranguejo não percebe a água esquentando e se acomoda no cozimento.

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