Encarar a verdade, com força por dentro e limites bem definidos.

Se você não se fortalecer por dentro, acredite, qualquer coisa pelo seu caminho vai abalar a sua estrutura. Não permita, busque a sua força. A sua força deve estar na certeza de quem você é, nos seus valores e nos seus princípios. Se você reconhece a sua força, nada te derruba. Se você não deixar os seus limites bem claros, qualquer um pode chegar e ultrapassar. Não deixe que bondade se confunda com desrespeito. Quando você não impõe um limite claro, as pessoas não vão respeitar a sua vontade. É nesse momento que o respeito se torna fundamental. Se você não busca conhecer a si mesmo, você segue a cabeça dos outros sem nem perceber. E no final, ainda vai reclamar da vida. O ponto é chamar a responsabilidade para si mesmo, é aceitar que se você não sabe quem é, qualquer caminho serve e qualquer destino também. Se você finge que o problema não existe, você cria dois problemas. Você aumenta o problema. Veja que a solução é parar de ignorar os fatos. Quando a rea...


Pontos práticos para detectar um relacionamento tóxico.


Vez ou outra ouvimos esse termo e nos perguntamos como alguém chegou nele.

Hoje ainda há algumas dúvidas, mas sabemos de algumas coisas por experimentação e outras aprendemos lendo alguma teoria. 

Quando falamos de toxicidade, por definição da palavra, queremos dizer que algo está envenenando o todo ou uma parte. 

Aplicando isso ao relacionamento, automaticamente podemos entender que uma pessoa está sendo envenenada enquanto a outra distribui as toxinas venenosas. 

Na prática, principalmente na psicologia humanista, há diversas variáveis que entendem diferente essa primeira percepção:


O lado que demonstra mais vitimismo pode ser o mais tóxico. A imagem de alguém tóxico pode ser aquele que tem mais poder e porque não aquele que se utiliza da chantagem emocional?

Muitas vezes não há propósito. Pensamos que o propósito pode ser egocêntrico, financeiro, familiar, mas muitas vezes não há propósito algum, pelo menos não conscientemente e há um grande problema para se resolver sem ajuda.


No relacionamento os dois são culpados. Partindo desse suposto entendemos ambas as partes como iguais e que mantém o ciclo tóxico, porque uma delas pode quebrar essa rotina; mas há uma questão que depende do contexto: porque não faz?

O relacionamento que contém movimentos tóxicos deixa ambos infelizes, talvez não no mesmo momento, mas em algum momento deixará. 

Será que há uma "cura" para relacionamentos com essa mecânica? Ou a única alternativa é o afastamento mesmo que temporário?

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