Encarar a verdade, com força por dentro e limites bem definidos.

Se você não se fortalecer por dentro, acredite, qualquer coisa pelo seu caminho vai abalar a sua estrutura. Não permita, busque a sua força. A sua força deve estar na certeza de quem você é, nos seus valores e nos seus princípios. Se você reconhece a sua força, nada te derruba. Se você não deixar os seus limites bem claros, qualquer um pode chegar e ultrapassar. Não deixe que bondade se confunda com desrespeito. Quando você não impõe um limite claro, as pessoas não vão respeitar a sua vontade. É nesse momento que o respeito se torna fundamental. Se você não busca conhecer a si mesmo, você segue a cabeça dos outros sem nem perceber. E no final, ainda vai reclamar da vida. O ponto é chamar a responsabilidade para si mesmo, é aceitar que se você não sabe quem é, qualquer caminho serve e qualquer destino também. Se você finge que o problema não existe, você cria dois problemas. Você aumenta o problema. Veja que a solução é parar de ignorar os fatos. Quando a rea...


Falsa ajuda, críticas construtivas e inveja do seu relacionamento.


Quem nunca teve aquela pessoa na vida que sempre tinha um comentário para fazer sobre a nossa paquera que atire a primeira pedra. 

Nossa, como isso é cansativo! 

Quando dá para excluir essa pessoa do nosso circulo de amizades até vá lá, mas agora quando não dá é uma tortura. 

Principalmente se ela não se toca, não aceita as nossas pontuações e o pior quando parece sentir extremo prazer em fazer os comentários malditos.


A tia que sempre comenta: "meu santo não bate!"; o amigo que fala: "depois não diga que não avisei!"; o irmão que fofoca: "vi fulano em tal lugar, fingiu que não me viu, cê acredita?"; a amiga que comprova (acho que essa é a pior...): "olha o que ele comentou na minha foto - print no celular". 

Dá para dar um monte de exemplos desses tipos de atitudes, algumas dá para entender que não são totalmente maldosas, às vezes os amigos querem o nosso bem e estão sendo empáticos conforme eles entendem como certo.


Falando exclusivamente dos seres encarnados na maldade e línguas de trapo (linguarudas, sem papas, egocêntricas e despreocupadas com a empatia) é terrível namorar com esses seres por perto. 

Muitas vezes nem por causa dos acontecimentos em si, mas pelo medo de que o acontecimento ocorra... 

Ficamos tão ansiosos e encucados, que nos sentimos culpados antes de qualquer coisa ser comentada ou exposta, mesmo sem ter nada à ser comentado ou exposto na realidade. 

Parece loucura! 

É como ir ao churrasco com a galera, o amiguinho do mal está lá e só de vê-lo já murchamos com vontade de dar meia volta.


Para esses palpitadores de plantão: por favor, cuidem mais da própria vida e deixem a vida dos amiguinhos em paz! 

Coisa linda parar de falar que não vai dar certo, que não gostou, que ele está estranho, que você mudou desde que começou, que o santo não bateu, enfim... 

Se não tem nada bom para falar, então não fale nada, guarde a ideia e fiquemos todos em paz!

Comentários