Encarar a verdade, com força por dentro e limites bem definidos.

Se você não se fortalecer por dentro, acredite, qualquer coisa pelo seu caminho vai abalar a sua estrutura. Não permita, busque a sua força. A sua força deve estar na certeza de quem você é, nos seus valores e nos seus princípios. Se você reconhece a sua força, nada te derruba. Se você não deixar os seus limites bem claros, qualquer um pode chegar e ultrapassar. Não deixe que bondade se confunda com desrespeito. Quando você não impõe um limite claro, as pessoas não vão respeitar a sua vontade. É nesse momento que o respeito se torna fundamental. Se você não busca conhecer a si mesmo, você segue a cabeça dos outros sem nem perceber. E no final, ainda vai reclamar da vida. O ponto é chamar a responsabilidade para si mesmo, é aceitar que se você não sabe quem é, qualquer caminho serve e qualquer destino também. Se você finge que o problema não existe, você cria dois problemas. Você aumenta o problema. Veja que a solução é parar de ignorar os fatos. Quando a rea...


O pai, a falta dele, a presença dele e a sua diferença na vida.


O dia dos pais passou e trouxe um pensamento sobre aqueles que cresceram sem a figura paterna em suas vidas. 

Será que o modelo familiar desfalcado em sua figura paterna traz algum problema à construção como individuo, seja consigo mesmo ou com a sociedade?


Conversando com alguns amigos que são professores de ensino fundamental, eu soube que não se comemora dia dos pais em muitas escolas por conta de um pensamento exclusivo que pode ocorrer contra a criança que não tem um pai. 

Fiquei pensando se isso é mesmo adequado; adiar na vida da criança a verdade sobre a ausência do seu pai e de que os outros tem pai.


Mas voltando ao pensamento sobre a construção do individuo acredito que a resposta é "Sim", a ausência de um bom pai fará diferença na construção do individuo. 

Procurando exemplos práticos esbarramos nas estatísticas que envolvem dinheiro: pai e mãe juntos tem mais dinheiro do que sozinhos, o que já sugere uma vida mais confortável ao filho, sem dúvida.


Olhando pelo lado humanístico, o pai pode suportar a mãe e vice-versa o que também abre um leque enorme de oportunidades contra problemas de relacionamento, como a educação básica, a assistência generalista ao menor e também as possibilidades de emoções, sentimentos e vínculos que podem se criar e estruturar melhor esse pequeno ser em construção.


Não acredito, no entanto, que a ausência do pai impossibilite ou inviabilize totalmente que a criança se torne o melhor adulto possível. 

Muitas vezes é melhor que o pai fique longe por não ser uma boa pessoa ou não estar pronto para ser um bom pai; a mãe pode ter todas as condições necessárias para ajudar o filho a trilhar o próprio caminho e isso é sabido mesmo sem a intervenção científica ou estatística, basta observar a própria natureza e a resposta é clara: a figura do macho muitas vezes é apenas para procriação.

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