Os padrões, o respeito e aceitar quem você é em primeiro lugar.

Ninguém vai te aceitar como você é se você não se aceitar primeiro; essa é uma verdade inescapável, pode acreditar e começar a aplicar na sua vida.
Muito se fala sobre aceitar as diferenças nos outros e fugir do preconceito, mas e quanto a aceitar as próprias estranhezas?
Parece que esse é um passo importante no meio de todo esse contexto preconceituoso.
Infelizmente há padrões de beleza, conduta social, comportamento humano, mas esses padrões precisam ser desconstruídos e uma das formas de se fazer isso é se aceitando antes de se adaptar.
Claro que se adaptar, assim como a resiliência sugere, é importante, mas há os seus limites e o maior exemplo que podemos imaginar é o nosso físico, nossa aparência aos outros.
Se está acima do peso o limite pode ser a própria saúde, se está tudo bem com ela, então está tudo bem não emagreça para ser aceito.
Se o cabelo é crespo o limite pode ser a prática diária para mantê-lo, se está tudo prático, então tudo bem não o alise para ser aceito.
Se prefere o mesmo sexo o limite pode ser ficar bem sozinho antes de mais nada, se está tudo bem, então não precisa levantar bandeiras e mostrar ao mundo.
Se você está bem na própria pele esse é um limiar muito seguro para se afirmar como bem-estar consigo mesmo.
As adaptações sempre existirão, sempre se fará necessário escolher o que te causa menos angústia e isso não está errado, isso é uma necessidade para todos vivam em harmonia e equilíbrio na sociedade.
Se quiser emagrecer, alisar o cabelo ou nunca se assumir gay, tudo bem também, desde que isso não te cause angústia.
Como esse texto sugere, os padrões existem como referência, mas o caminho para autoaceitação é individual na vida de cada pessoa.
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