Empatia, o lugar do outro, educação e respeito pela história.


Quando escolhemos acreditar na história da outra pessoa, nós não somos ingênuos, mas sim empáticos. 

A empatia em sua versão mais pura é conseguir deixar de lado todos os preconceitos e se permitir enxergar a vida pelo olhar do outro, mesmo que somente naquele breve momento em que ouvimos a história do outro. 

Em outras palavras é acreditar e se permitir sentir o que o outro sente.


Não é algo fácil, pelo contrário, é talvez a atitude mais difícil que podemos tomar num relacionamento com a outra pessoa. 

O que é importante de se considerar nesse contexto é a crítica que muitos fazem à história, escolha e conduta das outras pessoas, baseando-se nas próprias experiências e sem se dar ao trabalho de ouvir o que o outro diz, que seja pelo menos escutar sem julgamento.


Nesse mundo cada vez mais fica claro a necessidade de revisitar esse conceito de empatia e multiplicá-lo na sociedade. 

Vemos tantas pessoas prontas para criticar, julgar e palpitar ainda mais no meio virtual onde se encorajam à tomar essas atitudes carregadas de ódio e indiferença, mas poucas pessoas dispostas a se doar à empatia gratuitamente.

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