Impor limites, reconhecer gente folgada e viver com mais liberdade.

O limite é essencial para que você mantenha a sua integridade.
Uma pessoa íntegra é aquela que reconhece os próprios valores e os utiliza como base para agir com baixa influência externa.
Uma pessoa que conhece o valor “honestidade” o utiliza como princípio para não roubar, mesmo que ninguém o avise ou oriente durante a atitude honesta, nesse contexto é importante entender quais são os seus limites.
O limite é geralmente atrelado a palavra “não”, como não passar daquele ponto, e para muitas pessoas é um tabu por influenciar a noção de liberdade, de religiosidade e os relacionamentos.
O limite nos relacionamentos é complexo e exige boa comunicação, empatia e maturidade.
Falar e ouvir sobre os limites, negociar e estabelecer regras seja sobre o próprio corpo, compromisso ou tempo são fundamentais.
O limite da outra pessoa pode influenciar o seu limite e não há como chegar ao acordo satisfatório sem empatia, sem trocar de lugar antes de criar uma opinião.
Existe um limitador que o seu corpo e mente podem alcançar, partindo desse pressuposto há uma cascata de definições decorrentes como o limite do amor, amizade, trabalho, dinheiro, educação, força, medo, tristeza e isso só a maturidade traz.
Sempre que pensar sobre limites lembre-se que limitar não é parar no tempo, limitar é definir.
Reconhecer um limite para dar forma e contexto seja ao relacionamento, a atitude ou sentimento, por exemplo.
Você pode se apaixonar, mas não pode fazer tudo por amor.
Você quer dinheiro, mas não pode fazer qualquer coisa para obtê-lo.
Você cuida dos seus filhos, mas não pode controlá-los para sempre.
Você não gosta dessa pessoa, mas não deve destrui-la.
Você sempre procura ajudar, mas não pode doar tudo o que tem.
No final, assim como a própria vida, precisamos aceitar que tudo e todos possuem os próprios limites.
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