Encarar a verdade, com força por dentro e limites bem definidos.

Se você não se fortalecer por dentro, acredite, qualquer coisa pelo seu caminho vai abalar a sua estrutura. Não permita, busque a sua força. A sua força deve estar na certeza de quem você é, nos seus valores e nos seus princípios. Se você reconhece a sua força, nada te derruba. Se você não deixar os seus limites bem claros, qualquer um pode chegar e ultrapassar. Não deixe que bondade se confunda com desrespeito. Quando você não impõe um limite claro, as pessoas não vão respeitar a sua vontade. É nesse momento que o respeito se torna fundamental. Se você não busca conhecer a si mesmo, você segue a cabeça dos outros sem nem perceber. E no final, ainda vai reclamar da vida. O ponto é chamar a responsabilidade para si mesmo, é aceitar que se você não sabe quem é, qualquer caminho serve e qualquer destino também. Se você finge que o problema não existe, você cria dois problemas. Você aumenta o problema. Veja que a solução é parar de ignorar os fatos. Quando a rea...


Sinceridade, mentira, educação e a verdade do relacionamento.


Ainda falando sobre relacionamento é preciso falar um pouco sobre a questão da honestidade, sua influência e limiar no relacionamento. 

Sempre vemos nas redes sociais esse tema, principalmente de pessoas que já sofreram por mentiras e traições, textos com uma radicalidade muito alta: TODOS tem que ser 100% sinceros nos relacionamentos independente de qualquer outra coisa.


Isso é uma resposta ao sofrimento e não um pensamento com razão. 

Quem é 100% sincero? 

Tal ser humano não existe, talvez um extraterrestre ou alguém em coma, porque uma pessoa que vive em sociedade não encontra meios ou espaço para ser sincera o tempo todo, se fosse possível no mínimo estaria sem emprego, sem amigos e afastaria toda e qualquer relação de si mesma.


Não é o mesmo que dizer que a mentira e a falsidade sejam necessárias, mas negar que precisamos omitir, fingir demência e fugir de determinados assuntos, situações e contextos também não está correto. 

Vamos encarar a verdade de um relacionamento: sim, há muitos momentos em que a omissão, a falsidade e uma mentirinha se fazem necessárias, pelo menos naquele momento. 

Desde o "nossa ficou linda!" até o "não sei de nada, depois a gente conversa", são exemplos de diversas situações que se forem levadas na radicalidade da infantilidade (a sinceridade à queima roupa), esses momentos tomariam proporções enormes e findariam numa cadeia de problemas desproporcionais. 

Tanto isso é necessário que os termos "política" e "diplomacia" fazem parte da nossa língua.


Não devemos defender a mentira, a honestidade sempre magoará menos com certeza e sem sombra de dúvida, mas não dá para crucificar toda e qualquer pessoa que se usa da "diplomacia" naquele relacionamento. 

Mais uma vez entender que o equilíbrio se faz necessário, não vamos ser radicais.

Comentários

  1. Eu não gosto de mentir nem gosto que me mintam mas há situações para não magor a pessoa de quem gostamos seja necessária só nessas situações para levantar o ânimo da pessoa em questão. Agora viver numa relação há base de mentiras não assim me educaram e foi essa a educação que dei aos meus filhos.
    A mentira dia menos dia vem se descobrir.

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    1. O que separa uma coisa da outra é justamente a maldade. Com boas intenções e positividade a mentira é educação, empatia e necessária para conviver, caso contrário é pura maldade mesmo.

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