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Mostrando postagens de outubro, 2016


Reflexão e poesia sobre ajudar, atrapalhar e julgar os outros.

O menino furta o passageiro Mas nega a comida oferecida Qual a definição de pobreza? O que é a humildade? Quem somos para julgar? Troca o furto por um pito ou trago E enquanto esfumaça a vida A morte espreita o seu corpo Até aonde se busca o prazer? Qual o limite do vício? Quem somos para julgar? O passageiro pula o corpo Estendido sem vida na calçada Enquanto olha a morte do menino O alívio espreita sua alma E quem somos nós pra julgar?